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Acesso à Lida de Fi-Menina

Autor: Magno, M.D.
Editora: NovaMente Editora

Acesso à lida de fi-menina, modo de enunciar a questão da sexualidade feminina que indica o trabalho clínico permanente de desfiguração dos saberes que aspiram à definição e à normatização da sexualidade e suas maneiras de expressão. Ao mesmo tempo, indica a lida da psicanálise, desde Freud, no sentido de encontrar acesso adequado à condição do ser falante como sexual, segundo a chave lacaniana que orienta o autor neste livro que transcreve seu Seminário de 1980.

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Ficha Técnica

ISBN: 978-85-87727-21-3
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 16 x 23 cm
Peso: 0.582 Kg
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2008
Número de Páginas: 316
Demo: Baixar Demo

Sinopse

Acesso à lida de fi-menina, modo de enunciar a questão da sexualidade feminina que indica o trabalho clínico permanente de desfiguração dos saberes que aspiram à definição e à normatização da sexualidade e suas maneiras de expressão. Ao mesmo tempo, indica a lida da psicanálise, desde Freud, no sentido de encontrar acesso adequado à condição do ser falante como sexual, segundo a chave lacaniana que orienta o autor neste livro que transcreve seu Seminário de 1980. Uma proposição lógica conduz o leitor: há não-marcação originária para o falante, o que significa reafirmar a idéia freudiana de não haver marca distintiva da diferença sexual no Inconsciente. Como a teoria lacaniana do significante situara o falo como significante da diferença sexual, enquanto elemento terceiro entre “homem” e “mulher”, exploram-se aqui as possibilidades de entendimento desse terceiro lugar como puro espelho que inscreve indiferenciadamente quaisquer configurações sexuais que se coloquem para cada um nas vicissitudes de sua estória, incluídas as sobredeterminações anatômicas tão imaginariamente pregnantes. Dito de outro modo, o sexo do falante é sempre Outro. E isso em pelo menos dois sentidos: 1) nada obriga reconhecimento de normalidade no processo de identificação simbólica de cada um (donde a proposição lacaniana segundo a qual nada faz com que necessariamente um homem reconheça uma mulher); 2) toda diferenciação (sexual) é distinção ideológica dos discursos (biológico, antropológico, médico, jurídico, social, pedagógico, etc.) que querem preencher o lugar vazio da indiferença sexual inconsciente. Se a sexualidade do falante se estrutura em regime de pura alteridade, faz-se necessário repensar o que seja a relação sexual e o que é o outro-sexo para cada um. Donde, seguindo o mestre Jacques Lacan, a pertinência de abordar a questão da “sexualidade feminina” ou simplesmente d’A Mulher. O livro traz ainda um trabalho alentado sobre o alcoolismo e sua difícil abordagem clínica. A partir da literatura, tomando como exemplo maior o Quincas Berro Dágua, de Jorge Amado, articulam-se perguntas-chaves para a análise da questão: a quem o bebedor dá de beber? Quem dá de beber ao bebedor? Quem se quer esquecido na bebida? Indagações propedêuticas que orientam o problema do alcoolismo como sendo da ordem de uma oscilação aprisionante do sintoma, cindido na dupla face de um obsessivo Pai Bedel em trânsito para um histérico Pai Herói.


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