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SóPapos 2016

Autor: MD Magno
Editora: NovaMente Editora

Este livro transcreve a fala de MD Magno em 2016. Continuam aqui seus SóPapos, iniciados em 2011 (“deixando correr os papos no aleatório, mas sem jogar conversa fora”), após os Seminários (1976-1999) e os Falatórios (2000-2010). O mais importante na clínica psicanalítica é o vetor de escuta. O vetor da psicologia, ao contrário, faz estudos e os aplica sobre seu cliente para corrigir, ensinar, modificar – e normalizá-lo. Em psicanálise, não se devolve ao analisando nada que ele não tenha, antes, entregue. E os papos vão se desenrolando sobre: dois sintomas endêmicos do Brasil (corrupção e patrimonialismo);

R$ 49,00

Para pagamentos em boleto, existe uma taxa de R$ 8,50

    

Ficha Técnica

ISBN: 978-85-87727-75-6
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 14 x 21 cm
Peso: 0.315 Kg
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2018
Número de Páginas: 192

Sinopse

Este livro transcreve a fala de MD Magno em 2016. Continuam aqui seus SóPapos, iniciados em 2011 (“deixando correr os papos no aleatório, mas sem jogar conversa fora”), após os Seminários (1976-1999) e os Falatórios (2000-2010). É a conversa sobre a Nova Psicanálise, ou NovaMente, desenvolvida por ele desde a década de 1980: uma reformatação que unifica o aparelho teórico-prático da psicanálise e o mantém em consonância com os avanços de ponta no campo do conhecimento.

Os papos começam denunciando, em Lacan, a “fé” na interpretação. Para Magno, ao contrário do que diz Nietzsche, “só há fatos, não há interpretações”. É falsa a suposição de que alguém possa interpretar algo que foi dito. Isto muda a Clínica: “ao tratar de algo, estamos (não interpretando, mas) criando um fato novo”.

Por outro lado, Lacan acerta ao falar do Inconsciente como capitalista. Não se vai acabar com o capitalismo, que é doido e para o qual vale tudo. Há, sim, que, dentro dele, produzir limites para que não prejudique demais. É o mesmo que se apresenta para uma pessoa quanto a ter que limitar suas moções inconscientes, pois “se soltar a franga, fica perigoso”. Daí ser útil o Juízo Foraclusivo que o autor apresenta como juízo suspensivo do recalque.

Outro papo é sobre a Teoria das Formações trazida pela NovaMente, sem sujeito, objeto ou édipo. Trata-se de considerar as formações em jogo numa situação, numa pessoa. Isto, sem conteúdo semântico. Na análise (que é análise de formações, e não de pessoas), além de polarizar uma formação (que é sempre um conjunto de formações de formações), focaliza-se, mas há uma franja enorme que não nos deixa ver outras formações possíveis lá presentes. Então, ao buscar entender o sexo como sexualidade de uma pessoa mediante a anatomia, veremos que a anatomia é apenas uma das formações em jogo, e que não é necessariamente congruente com suas formações comportamentais ou culturais. A quantidade de formações na determinação da sexualidade de alguém é enorme.

Daí Magno repetir que homossexualidade não existe. Só existe hetero. A homossexualidade ou é um desejo infinito ou um erro de perspectiva: toda sexualidade é sui generis, ou seja, é singular. Portanto, diferente de qualquer outra.

O mais importante na clínica psicanalítica é o vetor de escuta. O vetor da psicologia, ao contrário, faz estudos e os aplica sobre seu cliente para corrigir, ensinar, modificar – e normalizá-lo. Em psicanálise, não se devolve ao analisando nada que ele não tenha, antes, entregue.

E os papos vão se desenrolando sobre: dois sintomas endêmicos do Brasil (corrupção e patrimonialismo); a personalidade do Brasil ser maníaco-depressiva; o vira-lata ser o nosso pedigree (vira-lata não tem fronteiras, fuça todas, não há a lata dele); nossa espécie ser revirante, e não falante (aliás, torna-se falante por ser revirante); a loucura do século XX ter sido supor que tudo sai de nossa cabeça, que é construção social; os neo-realistas e os aceleracionistas; a ética que combina com a Nova Psicanálise ser o trabalho constante de aproximação da Indiferenciação; a psicanálise se medir (não pelo conhecimento que traz, e sim) pela postura que põe no mundo; estarmos na era (não da convivência, mas) da coexistência...


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