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AdRem: Primeira Introdução à Gnômica ou Metapsicologia do Conhecimento - Falatório 2008

Autor: M. D. Magno
Editora: Novamente Editora

R$ 38,00

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Ficha Técnica

ISBN: 9788587727664
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 16 x 23 cm
Peso: 0.266 Kg
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2014
Número de Páginas: 156

Sinopse

Em AdRem: Primeira Introdução à Gnômica ou MetaPsicologia do Conhecimento, MD Magno apresenta a Gnômica, a teoria do conhecimento segundo a Nova Psicanálise. Conhecimento de qualquer ordem, não apenas aquele considerado ‘científico’: “Em última instância, tudo com que a gente lida é ou depende de conhecimento, no sentido mais genérico do termo”.

Ad Rem, em latim, significa: ‘às coisas’, ‘ir em direção às coisas’... As coisas são formações, são sintomas, que têm configurações que às vezes permanecem por longo tempo. Diz o autor: as coisas são conhecimento. A teoria da informação diria que são informação. Portanto, temos outra equivalência produzida pela Gnômica: informação = conhecimento. Trata-se, assim, para o autor, de ir às coisas, que são conhecimentos, na tentativa de fazer uma teoria MetaPsicológica, propriamente psicanalítica, do conhecimento.

A proposição do autor é que, se outrora partiu-se do objeto para entender o conhecimento na relação do objeto com o sujeito (Descartes); se, depois, partiu-se do sujeito para pensar a relação de conhecimento na abordagem por esse sujeito com suas formações a priori em relação ao objeto (Kant); agora, ao século XXI, cabe partir do próprio conhecimento. O que temos, então, é simplesmente transa – outro conceito importante da Nova Psicanálise – que resulta em conhecimento. À operação psicanalítica efetiva interessa colher uma resultante qualquer, uma formação resultante de transas acontecidas em lugares e tempos os mais diversos. Esta formação é o conhecimento que pode ali ser apresentado para ser tratado.

O encaminhamento do livro é no sentido de entender a teoria do conhecimento produzida pela Nova Psicanálise – sua pertinência, sua necessidade e sua primordialidade –, pois esta teoria é responsável pela operação clínica: o modo de operar na clínica é conforme à teoria do conhecimento da psicanálise. Isto porque, na clínica, mexe-se em formações cognitivas, em formações de conhecimento. Daí que – e é este um ponto forte do livro – “a teoria do conhecimento é consentânea, se não for idêntica, à teoria da clínica”: ação cognitiva, ação de conhecimento, é o que se faz numa análise.


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