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Psychopathia Sexualis

Autor: MD Magno
Editora: Editora UFSM

Amor, desejo, sexo, pornografia, conhecimento, arrebatamentos místicos, santidade, cura tudo, enfim, que envolve a sexualidade é tomado como metáfora do que se sexualiza entre Haver e não-Haver.



livro esgotado nesta editora, por gentileza verifique nas livrarias
ou na Editora da UFSM

Não há formação chamda humana senão sexual. Foi esta a nova (nem boa nem má) que a psicanálise desde sempre nos trouxe .

A psicanálise não vê sexo em tudo, mas sim tudo no sexo .

O verbo conhecer - isto que interessa à ciência, à arte, etc. - não funciona senão subdito ao verbo foder .

Nosso processo é nos afastarmos da fixação animal .

A psicanálise de modo algum cabe na categoria do normal... ela é uma mosntruosidade... ela se de-monstra uma anormalidade no seio da cultura .

A psicanálise não sobrevive sem análise perene de sua própria existência, para minimizar a neurose de base sobre a qual foi constituída .

A originalidade desta espécie é poder suspender ou mesmo anular toda e qualquer ordem antrior à sua hiperdeterminação .

A ascese do espírito é tão febril quanto o seu exercício na carne .

A cura psicanalítica não pretende ser senão justamente, embora de maneira perene, produção de soberania .

Nosso fundamento é não termos fundamento. E isto já nos é suficiente se não demasiado - o excessivo - fundamento .

A psicanálise vem dizer que antes ainda de qualquer debate ou embate político, há possibilidade de indiferenciação .

Toda e qualquer fantasia é necessariamente de base perversa .

Insistimos em viver submetidos a um grande processo de denegação, de hipocrisia da maioria democraticamente neurótica, de fingir que todo e qualquer dos seus atos cotidianos de dominação do que quer que seja não são de fundação perversa e de vocação perversista .

Qualquer suposto psicanalista devia saber que não há nada mais contra qualquer movimento de análise do que denegação, do que hipocrisia, do que não querer ver.. .

O que chamo de perversidade é colocar sua razão perversa, ou seja, a sua prórpia fantasia, como fundamento de legiferação .

A psicanálise é estruturada como um misticismo fundamental, e não como uma
ciência .

Sujeito suposto saber é nada mais nada menos que a séde suposta da perversidade .

Só há fundamentalismo no esquecimento da pluralidade do mundo.. .

Não há nenhum método que se aprenda e que venha necessariamente produzir conhecimento .

O coração do virtual não é senão a possibilidade de evento em decorrência de uma hiperdeterminação .

Há uma aposta, a fazer, num determinado fundamento, sem deixar de levar em conta que ele pode ser questionado, relativizado, por qualquer outra suposição de fundamento .

A postura que a Nova Psicanálise pode sugerir é a de uma aposta em seu próprio fundamento e ao mesmo tempo uma permanente suspensão desse memso fudnamento em relação ás outras apostas .

Um gnosticismo radical, uma Gnose radical: tudo que se diz, tudo que se faz, é conhecimento .

É impossível agir estritamente no simbólico. É possível agir a partir do simbólico, mas não estritamente nele .

A categoria do Outro é uma das que tem estragado a possibilidade de continuação do pensamento neste século XX .

Todos os saberes produzidos pela humanidade, quando são de eficácia no mundo, vão pouco a pouco se banalizando .

Só existindo como analisando é que a psicanálise pode suster um mínimo de decência como formação discursiva .

O que as pessoas não entendem muito bem é que não é do resultado de uma análise que você saca o verdadeiro dessa análise. É do processo, do procedimento .

A transformática como produção de VALETUDO, eminentemente no sentido latino do termo: o da saúde que se intenta(perenemente embora) ferrenhamente consegui .

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